terça-feira, 28 de maio de 2013

Rádio Câmara repercutiu lançamento: "Programa de moradias com sustentabilidade é lançado na CMSP"

Centenas de pessoas estiveram, nesta quinta-feira, na Câmara Municipal para o lançamento do projeto “Promovendo uma cidade inclusiva e sustentável: redução da vulnerabilidade social, ambiental e climática das comunidades de baixa renda em São Paulo”. O objetivo é lutar por uma cidade inclusiva e sustentável tendo como eixo a moradia popular.
O vereador Paulo Fiorilo (PT) esteve presente no lançamento representando a Comissão de Meio Ambiente da Câmara. O parlamentar destacou a importância desse tipo de programa para o município.
O projeto foi implementado pelo Movimento de Defesa do Favelado (MDF) e será financiado pela União Européia, como explicou Suelli de Almeida Machado, coordenadora do MDF.
Umas das metas estabelecidas pelo prefeito Fernando Haddad é a entrega de 55 mil moradias populares. O secretário adjunto de Habitação, Marco Antonio Biasi, participou do evento e ressaltou que o cumprimento dessas metas vai muito mais além.

O plano de metas apresentado pela prefeitura também visa atender 120 mil famílias no Programa de Urbanização de Favelas e- 4.300 em prédios recuperados na área central e em programas de aluguel subsidiado.

Ouça a matéria clicando no link abaixo:
http://www.camara.sp.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=15639:programa-de-moradias-com-sustentabilidade-e-lancado-na-cmsp&catid=112:podcast&Itemid=356

quinta-feira, 23 de maio de 2013

A FESTA DE LANÇAMENTO LOTOU A CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO

As famílias beneficiárias do Programa Urbano Lotaram a Sala Tiradentes  e  o Plenarinho  da Câmara Municipal de São Paulo, e ainda ficou muita gente na porta,  que não conseguiu entrar para assistir ao lançamento do Projeto   “Promovendo uma cidade inclusiva e sustentável: redução da vulnerabilidade social, ambiental e climática das comunidades de baixa renda em São Paulo ,que aconteceu nesta quinta-feira, dia 23 de maio.
O evento contou com a presença da Sra. Denise Verdade, representando a Delegação da União Europeia no Brasil, com sede em Brasília, e de Cecílai Iório e Emily Muville, representantes da CAFOD. Entre as  autoridades  do município, o Secretário Adjunto da Habitação, Marcos Biasi, Marcella  Migliacci da Secretaria do Meio Ambiente, Osmar Borges da Superintendência de habitação, o Vereador Paulo Fiorilo e o Deputado Estadual Enio Tato. Representando as entidades, Luiz Korara do Instituto Polis e Gaspar Garcia , Raymundo Bonfim da Central de Movimentos Populares, Manoel Del Rio da Apoio e Sueli de Fátima do MDF.
Todos os componentes da mesa falaram sobre  a importância do financiamento da União Europeia, e também do apoio de CAFOD, a Agência Católica para o Desenvolvimento Internacional, sediada no Reino Unido, para a implantação do projeto  implementado em parceria pelo MDF (Movimento de Defesa do Favelado - Região Episcopal Belém) e a APOIO (Associação de Auxílio Mútuo). O também  evento teve música, e a entrada da maquete de uma casa, simbolizando a luta das famílias pobres, por moradia na cidade de São Paulo.

O projeto tem como objetivo específico, assegurar o acesso de famílias de baixa renda, especialmente aquelas chefiadas por mulheres, a políticas públicas de moradia e serviços básicos em favelas, áreas de moradia irregular e cortiços em São Paulo, diminuindo sua vulnerabilidade frente às dimensões econômicas, ambientais e às mudanças climáticas.

O Censo 2010 do IBGE apontou que existem 500,6 mil famílias com renda per capita de até R$ 140 na cidade de São Paulo. Nas últimas décadas os bolsões de pobreza e miséria aumentaram tanto na periferia como em áreas do centro da cidade. A vida nas favelas, em áreas de moradias irregulares, em margens de córregos, cortiços ou nas ruas, embaixo de pontes, traz consigo elevados graus de vulnerabilidade econômica, social e ambiental. Condições insalubres, riscos de enchentes, inundações e deslizamentos e outras mudanças climáticas afetam desproporcionalmente a esta população. Os segmentos mais pobres, particularmente as mulheres, ficaram fora do alcance das políticas públicas existentes (moradia e serviços sociais), que não conseguem articular uma visão integrada das dimensões social e ambiental. Na dinâmica de valorização e especulação da terra urbana que ocorre em São Paulo, esta população foi se deslocando fora do centro urbano para áreas mais distantes da oferta de empregos, ou das oportunidades de gerar renda, e dos serviços básicos (saúde, educação, segurança publica, saneamento), muitas vezes em áreas de risco ou inadequadas, tornando este grupo ainda mais vulnerável e pobre. É esta camada social que o projeto visa alcançar.


 Maiores informações, por favor entrar em contato com a Coordenação Executiva:
·        Sueli de Fátima Almeida Machado – MDF - Coordenadora do Projeto- Telefone : 9 98188105

·        Heluíza Regina –  APOIO - Coordenadora de Projeto - Telefone : 9 53422913

REPRESENTANTE DA UNIÃO EUROPEIA NO BRASIL VISITA FAVELA CINCO DE JULHO


Nesta  5ª feira, 23 de maio,  famílias moradoras da Favela Cinco de Julho,  passaram uma tarde muito agradável com a Sra. Denise Verdade, representante  da  Delegação da União Europeia no Brasil. Durante o encontro  Denise  pode ouvir relatos da luta  travada, que fez da  Favela  Cinco de Julho, pioneira na conquista do título de posse da terra. Esta favela fica na Zona Leste da Capital Paulista. 
Há quase três décadas o Movimento de Defesa dos Favelados está presente na região organizando a comunidade para lutar por políticas públicas.  E agora o trabalho na comunidade ganhou novo fôlego, as vielas estão sendo pavimentadas,  o córrego  Cangueira está sendo canalizado,  algumas casas foram reformadas, e as famílias que estavam em maior risco serão transferidas  para suas moradias definitivas, em prédios que serão entregues em agosto.  


Este trabalho desenvolvido na Cinco de Julho, também  faz parte  do projeto  “Promovendo uma cidade inclusiva e sustentável: redução da vulnerabilidade social, ambiental e climática das comunidades de baixa renda em São Paulo,  parceria entre MDF (Movimento de Defesa do Favelado e a APOIO (Associação de Auxílio Mútuo), é financiado pela União Europeia, e também conta com o apoio de CAFOD, a Agência Católica para o Desenvolvimento Internacional, sediada no Reino Unido.

terça-feira, 14 de maio de 2013

PROMOVENDO UMA CIDADE INCLUSIVA E SUSTENTÁVEL


 São Paulo, 14 de maio de 2013

No próximo dia 23 de maio acontece o lançamento do projeto  “Promovendo uma cidade inclusiva e sustentável: redução da vulnerabilidade social, ambiental e climática das comunidades de baixa renda em São Paulo (2013-2015).” Com a presença de autoridades, representantes de organizações socioambientais, pastorais e conselhos da cidade. A cerimônia será na Câmara Municipal de São Paulo -  Plenarinho –  1º andar, às 19h. Este projeto, implementado em parceria pelo MDF (Movimento de Defesa do Favelado - Região Episcopal Belém) e a APOIO (Associação de Auxílio Mútuo), é financiado pela União Europeia, e também conta com o apoio de CAFOD, a Agência Católica para o Desenvolvimento Internacional, sediada no Reino Unido.

O projeto tem como objetivo específico, assegurar o acesso de famílias de baixa renda, especialmente aquelas chefiadas por mulheres, a políticas públicas de moradia e serviços básicos em favelas, áreas de moradia irregular e cortiços em São Paulo, diminuindo sua vulnerabilidade frente às dimensões econômicas, ambientais e às mudanças climáticas.

O Censo 2010 do IBGE apontou que existem 500,6 mil famílias com renda per capita de até R$ 140 na cidade de São Paulo. Nas últimas décadas os bolsões de pobreza e miséria aumentaram tanto na periferia como em áreas do centro da cidade. A vida nas favelas, em áreas de moradias irregulares, em margens de córregos, cortiços ou nas ruas, embaixo de pontes, traz consigo elevados graus de vulnerabilidade econômica, social e ambiental. Condições insalubres, riscos de enchentes, inundações e deslizamentos e outras mudanças climáticas afetam desproporcionalmente a esta população. Os segmentos mais pobres, particularmente as mulheres, ficaram fora do alcance das políticas públicas existentes (moradia e serviços sociais), que não conseguem articular uma visão integrada das dimensões social e ambiental. Na dinâmica de valorização e especulação da terra urbana que ocorre em São Paulo, esta população foi se deslocando fora do centro urbano para áreas mais distantes da oferta de empregos, ou das oportunidades de gerar renda, e dos serviços básicos (saúde, educação, segurança publica, saneamento), muitas vezes em áreas de risco ou inadequadas, tornando este grupo ainda mais vulnerável e pobre. É esta camada social que o projeto visa alcançar.

Na sessão de abertura será feita a apresentação dos objetivos e atividades do projeto e esclarecidas dúvidas sobre a implementação do mesmo. O evento contará com a participação de representantes das Secretarias de Habitação, Meio Ambiente e de Relações   Institucionais, representantes do legislativo, futuros beneficiários do projeto, organizações parceiras e representantes das organizações implementadoras, MDF e APOIO, entre outros.O evento de lançamento contará também com a presença da Sra. Denise Verdade, representando a Delegação da União Europeia no Brasil, com sede em Brasília, e de representante da CAFOD.
‘Fim’
Para maiores informações, por favor entrar em contato com a Coordenação Executiva:
·        Sueli de Fátima Almeida Machado – MDF - Coordenadora do Projeto- Telefone : 9 98188105
·        Heluíza Regina –  APOIO - Coordenadora de Projeto - Telefone : 9 53422913

O Quê : Lançamento do Projeto ‘Promovendo uma Cidade Inclusiva e Sustentável’
Quando : Quinta-feira, 23 de Maio de 2013, horário 19:00 às 21:30.
Local :  Câmara  dos Vereadores de São Paulo
Endereco : Viaduto Jacareí, 100 - Bela Vista – São Paulo – SP-  Plenarinho – 1º andar. 
              

                                                          




segunda-feira, 13 de maio de 2013

Consulta pública sobre plano de mudanças climáticas começa em julho



Da  Agência Brasil
Brasília – Em dois meses, os brasileiros vão poder apresentar sugestões para que os diversos setores da economia do país, como a indústria e o setor de transportes, reduzam as emissões de gases de efeito estufa. A primeira versão revisada do Plano Nacional sobre Mudança do Clima, que deve incluir essas metas, deve ser colocada em consulta pública na internet e em encontros regionais a partir de julho.
“A nova versão vai trazer um grande avanço em relação ao que já está proposto no plano anterior”, garantiu Karen Cope, diretora de Licenciamento e Avaliação Ambiental da Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental, ligada ao Ministério do Meio Ambiente. Segundo ela, os planos setoriais já começaram a ser implantados.
Se conseguir consolidar todas as contribuições apresentadas pela população, o governo deve apresentar a versão final do plano até o fim do ano. O documento deveria ter sido concluído no ano passado.
O prazo para revisão estava previsto na versão original do plano, elaborado em 2008. No final de 2010, com a criação da Política Nacional sobre Mudança do Clima, o governo decidiu que o Plano Nacional sobre Mudanças Climáticas deveria incorporar os Planos Setoriais de Mitigação e Adaptação às Mudanças Climáticas. Pelo mesmo decreto que instituiu a política, o prazo para que os planos setoriais fossem apresentados era 15 de dezembro de 2011. Mas, as metas de alguns setores, como os de saúde e mineração, ainda não foram divulgadas.
Esta semana, representantes do Observatório do Clima e do Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e Desenvolvimento cobraram a apresentação de planos de quatro setores. Apesar do apelo do governo pelas contribuições do grupo, as 700 organizações que formam a rede se recusam a participar do processo sem um rascunho desses textos.
O argumento é que não poderiam comentar o conteúdo sem ter acesso a mais informações. As organizações entregaram uma carta à ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, pedindo o texto final dos documentos que preveem metas da indústria, dos transportes, da saúde e da mineração.
Carlos Rittl, coordenador do Programa de Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil, que integra as duas organizações, reconhece que o Brasil avançou com o plano de 2008, mesmo que a política de mudanças climáticas só tenha sido instituída depois. Mas, segundo ele, a desarmonia nas datas dos dois documentos acabou fazendo com que não houvesse estratégia.
“Não é plano de ação que nos leva a um processo de desenvolvimento de baixo carbono, e não trouxe inovação. O plano não tem metas, apenas alguns objetivos específicos”, disse, destacando a redução de perda de floresta que tem avançado, conforme mostram levantamentos de satélites e operações de fiscalização e combate ao crime ambiental. Os movimentos sociais cobram documento com metas e ações precisas e claras.